Quando você vai escolher um rastreador GPS, o vendedor te enche de spec: "tem ADAS, BLE 5.1, dual SIM, backup de bateria de 14 dias". A pergunta certa não é qual tem mais sigla — é qual resolve seu problema com menor custo total.
Pergunta 1: o veículo tem energia 12V/24V?
Carro, caminhão e van têm. Trailer parado, container e gerador desligado não têm. A resposta define cabeado ou autônomo.
- Cabeado: mais barato, sem preocupação de bateria. Backup interno é só pra caso de tamper.
- Autônomo: 6 a 24 meses de bateria, modo deep sleep. Mais caro de hardware, paga por não depender de fiação.
Pergunta 2: qual a frequência de envio que você realmente precisa?
Maioria das frotas envia posição a cada 30s em movimento e 5min parado. Frota de valor alto pode justificar 10s. Mas 1s? Custo de dados explode, painel não consegue renderizar — e não muda nada na prática.
Pergunta 3: precisa de input/output extra?
Se você vai monitorar abertura de porta (carga), corte do motor (antifurto) ou sensor de temperatura (refrigerada), precisa de modelo com I/O — entradas e saídas digitais. Maioria dos modelos básicos não tem.
Pergunta 4: rede 2G, 4G ou Cat-M?
2G está sendo desligado por várias operadoras no Brasil. Comprar hardware 2G hoje é comprar problema em 2-3 anos. 4G é o padrão atual. Cat-M é o futuro (baixo consumo) — bom pra ativos autônomos.
O critério que ninguém menciona: protocolo aberto
Vendedor não fala disso porque é onde mora o vendor lock. Se o rastreador só conversa com a plataforma do fabricante, você fica preso. Modelos com protocolo aberto (suportado por servidores genéricos) deixam você trocar de plataforma sem trocar de hardware.
“Compre rastreador que fale protocolo aberto. Em 3 anos, você vai querer trocar de plataforma — e não vai querer trocar 200 rastreadores junto.”
No Chronyx, suportamos mais de 1500 modelos em 250+ protocolos. Você pode trazer o hardware que já tem ou escolher o que faz sentido pro seu caso. Sem vendor lock.